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Governo autoriza nova nomeação de aprovados na primeira edição do CNU

O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) autorizou, nesta quinta-feira (4), a nomeação de 1.316 candidatos aprovados na primeira edição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU), realizado em 2024. As nomeações anteriores foram realizadas em julho e agosto passados para quatro órgãos do Governo Federal.

As autorizações foram publicadas no Diário Oficial da União em duas portarias distintas:

  • Portaria nº 7.455/2025: autoriza a nomeação de 855 auditores-fiscais do trabalho para o Ministério do Trabalho e Emprego.
  • Portaria nº 7.456/2025: libera a nomeação de 182 analistas em tecnologia da informação e 279 analistas de infraestrutura, cargos vinculados à agenda de modernização do Estado brasileiro.

Reforço para fiscalização trabalhista

Os 855 auditores-fiscais do trabalho terão como missão garantir o cumprimento da legislação trabalhista, proteger os direitos dos trabalhadores e promover condições dignas de trabalho em todo o país.

Esses profissionais estarão diretamente envolvidos em ações de combate ao trabalho escravo e infantil, além de fiscalizar irregularidades e fortalecer as políticas de segurança e saúde no trabalho.

Apoio à transformação digital e modernização do Estado

Já os 182 analistas em TI e os 279 analistas de infraestrutura vão atuar no Ministério da Gestão, reforçando a agenda de transformação digital e de inovação em serviços públicos.

Entre as frentes de trabalho estão:

  • Expansão da Rede GOV.BR;
  • Digitalização de serviços do governo federal;
  • Segurança cibernética;
  • Planejamento e execução de grandes obras públicas;
  • Integração tecnológica entre União, estados e municípios.

Próximos passos

Antes da posse, os candidatos deverão passar pela verificação de documentos e requisitos, conduzida pelos ministérios responsáveis. As nomeações só serão efetivadas se houver existência de vagas e compatibilidade orçamentária, em conformidade com a Lei Orçamentária Anual e a Lei de Diretrizes Orçamentárias.

Segundo o MGI, a medida busca garantir que o reforço no quadro de pessoal esteja alinhado à sustentabilidade fiscal do Estado, assegurando que novos servidores só sejam nomeados quando houver recursos para pagamento.

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